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Morador questiona transporte público e pede nova linha em PG

Dhiego Tchmolo | Vamos Ler | 10/08/2017 as 19:31h / Imagem: aRede

Segunda entrevista do 5ºC da Escola Zilá Bach tem conversa entre residente do Dom Bosco e assessora da VCG sobre circulação de ônibus no bairro.

O jornal escolar da Escola Municipal Zilá Bernadete Bach, no bairro Jardim Dom Bosco, em Ponta Grossa, apresenta a segunda parte de entrevistas relacionadas ao aumento da passagem do transporte público que ocorreu em maio deste ano. O bilhete que custava R$ 3,20 passou para R$ 3,70, apresentando um aumento de 17%. Este reajuste gerou muita polêmica no município, sendo alvo de ação judicial que decretou a volta para R$ 3,20. Contudo, 19 dias depois, o preço de R$ 3,70 foi fixado em Ponta Grossa.

Os maiores manifestos em relação ao reajuste vieram dos trabalhadores, principalmente aqueles que moram afastados do Centro ou dos outros três terminais de ônibus, como é o caso do Jardim Dom Bosco, que fica no Santa Paula – o bairro não conta com um terminal próprio, necessitando o deslocamento, em grande parte, para o espaço físico do transporte coletivo localizado na Nova Rússia.

Neste novo vídeo, que você pode conferir no player acima, os estudantes fizeram perguntas ao morador do Dom Bosco, Pedro Jorge dos Santos, que trabalha em uma empresa de armazenagem, sobre as consequências do reajuste do valor. Também participou da entrevista a assessora de comunicação da Viação Campos Gerais (VCG), Cristiane Dresch, que respondeu, anteriormente, a perguntas das alunas do 5ºC sobre questões referentes ao reajuste. Clique aqui para conferir a entrevista.

Entrevistado pelos alunos Paola, Felipe, Merolyn e Nathalli, Pedro aponta que mora há 17 anos no bairro e que tanto ele como os familiares fazem o uso do transporte público. Questionado sobre como ele vê a melhoria nas linhas de ônibus, comenta sobre a possibilidade de um novo percurso dentro da cidade. “Para o bairro temos o pedido de uma linha direta ao Centro. Como trabalhador, eu saio no ponto de ônibus e vejo muita gente saindo em dias de chuva, correndo para pegar o ônibus do Santa Paula que dá quase 1km até o ponto”.

Em resposta ao trabalhador, Cristiane explica que este é um pedido recorrente em vários locais, mas que não é de incumbência da VCG. A possibilidade de uma nova linha deve passar pela associação de moradores que elaborará um ofício para fazer a solicitação ao poder público. Ela ainda destaca que é necessário um estudo da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT), da quilometragem percorrida.

“Será que se tivéssemos um ônibus que fosse do Dom Bosco para o Terminal Central nós não teríamos mais pessoas utilizando o transporte público? Reforço: essa é uma incumbência do poder conselheiro. Enquanto concessionária, nós não temos a prerrogativa, nem o poder”, explica a assessora. Para conferir a entrevista completa, clique no player acima. Acompanhe as produções do 5ºC no blog escolar da Zilá Bach.


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