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Ponta Grossa registra dois casos de H1N1

Ponta Grossa

09 de agosto de 2018 18:50

João Vitor Rezende

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/Divulgação
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44 atendimentos foram realizados, mas apenas 4% correspondem ao vírus mais nocivo da gripe

A Regional de Saúde de Ponta Grossa já registrou dois casos de pessoas infectadas pelo vírus H1N1 neste ano. As informações são da Secretaria de Estado da Saúde (SESA) e da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da Prefeitura do município. No total, são 199 casos registrados no Paraná neste ano, que havia registrado apenas um incidente em 2017.

Semanalmente, a SESA atualiza boletins com o número de casos no estado. Segundo a última atualização, expedida na segunda-feira (6), Ponta Grossa apresenta os dois casos da região, mas sem óbitos até o momento. Dados detalhados da SMS apontam que 44 atendimentos foram aferidos nas Unidades de Saúde do município, tendo o índice de 4% de confirmações.

Em 2017, apenas um caso foi registrado no Paraná, com a suspeita sendo confirmada em Cianorte, mas sem gerar óbito. Na época, os números foram considerados após o alto índice de 2016, que teve 1074 casos com 216 mortes. Só em Ponta Grossa, foram 51 casos registrados com oito mortes no período.

Outros centros do estado apresentam indicadores mais graves. A regional de Francisco Beltrão, no sudoeste, registra 24 casos, com metade deles sendo de Santa Izabel d'Oeste, cidade com 14 mil habitantes.

Entre as cidades de médio porte no Paraná, Maringá tem situação preocupante. 19 casos foram confirmados na ‘cidade-canção’, com quatro óbitos. Londrina também tem incidência maior, com 13 pacientes registrados com o vírus e cinco vítimas fatais.

Para o secretário adjunto da pasta de saúde em Ponta Grossa, Robson Xavier, o índice reduzido na comparação com outras regiões paranaenses é fruto do trabalho contínuo dos agentes comunitários do programa Saúde da Família. Segundo Xavier, a conscientização e a prevenção é realizada periodicamente nos bairros e vilas do município.

Vacinação

O secretário adjunto de saúde em Ponta Grossa revela que o município recebeu cerca de 30 mil doses, que foram aplicadas entre abril e junho. As vacinas foram aplicadas em toda a população, porém, não atingiram a integralidade do grupo prioritário.

Robson Xavier explica que idosos, profissionais de saúde e portadores de doenças estiveram entre as classes que atingiram a meta de 90% de vacinação. Entretanto, crianças e gestantes tiveram índice abaixo do desejado. Segundo Xavier, este fato ocorre pela veiculação de notícias inverídicas quanto a eficácia da vacina e sobre a reincidência do vírus.

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