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Rangel vai consultar população sobre investimento em asfalto

Ponta Grossa

02 de agosto de 2018 14:19

Afonso Verner

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Prefeito afirma que fará audiências públicas para decidir quais ruas serão pavimentadas com recurso de R$ 60 milhões

O prefeito Marcelo Rangel (PSDB) quer colocar fim a disputa política em torno do investimento de R$ 60 milhões da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa (PMPG) em pavimentação e na compra de materiais de informática. Nesta quinta-feira (2), o prefeito divulgou nas redes sociais um vídeo em que sanciona a lei que garante o financiamento do município junto ao Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), coordenado pela Caixa Econômica Federal (CEF).  

Os projetos que tratavam do investimento foram aprovados em duas discussões na Câmara Municipal, no entanto, a aprovação se deu em meio a questionamentos dos parlamentares sobre “quais ruas seriam pavimentadas”. De acordo com o próprio Rangel, R$ 55 milhões serão usados apenas em pavimentação (cerca de 25% das ruas da cidade não tem nenhum tipo de pavimentação) e outros R$ 5 milhões serão usados para a remodelação de equipamentos de informática nos órgãos municipais.

Ao lado dos secretários Claudio Grokoviski, Maurício Silva e Celso Santana, (Fazenda, Governo e Planejamento, respetivamente) e também do procurador geral do município, Marcus Freitas, Rangel afirma que a escolha das áreas a serem pavimentadas serão escolhidas em uma audiência pública (veja no player acima). “Vamos fazer as licitações o mais breve possível e também em contato com a comunidade e com os bairros, em audiências públicas, para implementar esse grande investimento em Ponta Grossa”, disse o gestor.

A sanção da lei deverá acontecer em Diário Oficial nos próximos dias. Com isso, o município deverá licitar ainda em 2018 os investimentos para pavimentação e modernização

A proposta para a viabilização do investimento foi enviada em regime de urgência ao Legislativo diante do fato da Prefeitura ter, atualmente, as certidões negativas junto ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) e ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – os documentos são exigidos para liberação de investimentos. Com isso, o Poder Executivo pediu urgência para aprovar os dois projetos e viabilizar o programa de Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), coordenado pela Caixa Econômica Federal (CEF).

Debate polêmico na Câmara

O primeiro a abrir dissidência sobre o tema na Câmara foi o vereador Rogério Quadros (MDB) cobrando a listagem das ruas que serão pavimentadas. Em seguida, Daniel Milla (PV), membro da base governista, explicou que os recursos serão destinados para ruas não asfaltadas da cidade. Outros parlamentares também comentaram o tema, entre eles o vereador Eduardo Kalinoski (PSDB) que defendeu que os parlamentares fossem ouvidos durante o processo de escolha das ruas.

 “O modelo de financiamento é diferenciado. Em outras linhas de crédito o projeto é enviado antes para só então vir o recurso, no Fisina é o contrário, primeiro é liberado e depois se presta conta de que vias foram pavimentadas”, contou o vereador. Milla lembrou que diante da dificuldades do município em conquistar as certidões, a votação teve que acontecer em regime de urgência. “Não podemos correr o risco de perder esses investimentos”, disse Daniel.   

Stocco quer mobilidade

Defensor de causas ligadas à mobilidade urbana, Geraldo Stocco (REDE) defendeu que ao menos parte destes R$ 60 milhões sejam investidos na ciclomobilidade. “Gostaria que o Governo construísse ao menos uma ciclovia na cidade a partir desses valores”, disse Stocco. 

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