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PG se destaca em competição nacional de robótica

Ponta Grossa

12 de julho de 2018 11:08

Da Redação

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Equipe DotBotz, do campus Ponta Grossa da UTFPR, alcança quarta colocação na categoria de combate “BeetleWeight”

No último fim de semana, mais de 1350 pessoas participaram do “Winter Challenge XIV”, a maior competição de robótica da América Latina. Entre os participantes, estavam 18 alunos da UTFPR Csmpus Ponta Grossa, todos integrantes da equipe de robótica DotBotz, fundada em 2015 pelos próprios estudantes da universidade. Em sua segunda participação no Winter Challenge, a DotBotz levou nove robôs e ficou perto de subir ao pódio pela primeira vez.

O responsável pelo melhor resultado obtido pela DotBotz foi o robô “Opressor”, da categoria de combate BeetleWeight (robôs até 1,36kg). O projeto desenvolvido pelos ponta-grossenses terminou em quarto lugar entre 63 participantes de todo o Brasil. Ao todo, o robô venceu cinco de suas sete lutas, sendo eliminado apenas nas semifinais da competição. O cartel de vitórias do Opressor conta com triunfos sobre robôs da Udesc (SC), USP (SP), Unifei (MG) e equipes particulares não vinculadas a universidades.

A DotBotz se preparou para a competição durante um ano. O cronograma foi cumprido à risca, mas a entrega de alguns componentes atrasou a fabricação dos robôs. Por conta disso, o desempenho do robô Opressor, que não havia passado por testes prévios antes da viagem, surpreendeu os integrantes da equipe.

“O Opressor foi o robô que mais nos surpreendeu. Sabíamos que ele estava num nível bom para a competição, mas não esperávamos tanto assim dele. Geralmente, os robôs são construídos, testados para ver se nenhum componente vai queimar ou se a estrutura vai aguentar o ritmo das lutas e então posto em combate. Ele não passou por esse processo. Alguns componentes chegaram com atraso, e o Opressor foi um dos últimos robôs a ser montado. Ele foi colocado à prova somente na arena”, explica Thiago Schmidt, estudante de Engenharia Elétrica e responsável por pilotar o Opressor durante as batalhas.

Formato das lutas

O combate de robôs se assemelha a um confronto entre lutadores de artes marciais mistas. Dois robôs, comandados por seus respectivos pilotos através de um sistema de rádio controle, são colocados numa arena fechada e se enfrentam durante um round de dois ou três minutos. O vencedor pode ser determinado por quatro maneiras diferentes.

A luta é definida por nocaute quando um dos robôs consegue imobilizar o adversário. Caso os dois robôs continuem com capacidade de locomoção ao fim da batalha, os juízes do evento avaliam aspectos como agressividade e dano causado para decretar o vencedor. Além disso, uma equipe pode desistir durante o combate para “poupar” o robô, e os juízes podem desqualificar um dos competidores caso existam falhas nos sistemas de segurança dos robôs.

Outras disputas

A DotBotz também competiu em outras modalidades do evento. A categoria BeetleWeight (1,36kg) contou ainda com um segundo representante da equipe princesina: o robô Tupã terminou na nona posição entre 63 inscritos. Na categoria de combate HobbyWeight (até 5,5kg), o robô Brucutu terminou na sétima colocação entre 41 participantes. Na divisão de peso FeatherWeight (até 13,6kg), o robô Feather Smith foi o décimo colocado entre 24 competidores. O robô Antomic, da categoria AntWeight (454g), perdeu suas duas primeiras lutas e foi eliminado precocemente da competição.

A equipe também participou de duas modalidades de autônomos, cujo funcionamento não depende da ação humana. No seguidor de linha, onde o objetivo é percorrer um circuito no menor tempo possível, o robô Panetone foi o 26º colocado de um total de 79 robôs. Além disso, a DotBotz disputou a modalidade sumô autônomo (3kg) com os robôs Carvão e Optimus, ambos eliminados na quarta fase do torneio. O objetivo do sumô robótico é empurrar o adversário para fora de uma arena circular.

Informações Assessoria de Imprensa.

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