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Justiça inicia julgamento do crime da estudante de Direito em PG

Ponta Grossa

13 de outubro de 2017 11:01

Mario Martins

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4ª Vara Criminal designou para segunda-feira (16), a audiência de instrução e julgamento no processo criminal contra Anderson Barboza De Paula/Foto: Divulgação
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A juíza Laryssa Angelica Copack Muniz, do Juizado de Violência Contra a Mulher (4ª Vara Criminal) designou para segunda-feira (16), a audiência de instrução e julgamento no processo criminal contra Anderson Barboza de Paula, autor do crime de homicídio contra a estudante de Direito Juliana Silveira Nunes, ocorrido no dia 27 de julho deste ano, no Bar Copacabana, na Rua Rio de Janeiro, em Ponta Grossa

Como foi denunciado pela Promotora de Justiça Fernanda Basso Silverio, o acusado teria, após discussão com a companheira, desferido vários golpes com um taco de beisebol, além de estrangular a mesma, com uma corda. Após o crime, Anderson fugiu com o veículo da vítima, para Foz do Iguaçu, onde pretendia esconder-se no Paraguai, quando foi preso pela Polícia. 

Segundo a denúncia, Anderson cometeu o crime por motivo torpe, em razão de ciúmes, além de meio cruel - causando na vítima, excessivo e desnecessário padecimento. Foi ainda atribuído ao acusado, o crime de Feminicídio, por razões da condição de sexo feminino, ou seja, violência praticada dentro do ambiente familiar e doméstico. Nesta audiência, serão ouvidas 4 testemunhas arroladas pelo Ministério Público, e mais as de defesa, em número de 6, após o que ocorrerá o interrogatório do acusado.

A família de Juliana, contratou os trabalhos do advogado Angelo Pilatti Junior, o qual irá atuar como assis- tente da Promotoria, na acusação dos fatos. De acordo com o advogado, caso a instrução processual se encerre nesta audiência, a probabilidade do réu ser julgado ainda este ano, pelo Tribunal do Júri, é grande. Já, os defensores

de Anderson, advogados Marcos José De Lima e Ronaldo Da Silva, em caso de pronúncia do réu, ou seja, se for encaminhado para o julgamento popular, poderão ou não recorrer da mesma, ao Tribunal de Justiça do Estado. Este poderá ser um dos julgamentos mais rumorosos da cidade, devido a repercussão que teve.

 

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