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Chefe de máfia é preso após foto de suas tatuagens viralizar

Cotidiano

12 de janeiro de 2018 12:32

Da Redação

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Ele foi preso graças às fotos de suas tatuagens, que viralizaram na internet/Foto: Divulgação Stringer/Reuters/
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Shigeharu Shirai, de 72 anos, foi encontrado pela polícia na quarta-feira em Lopburi, uma pequena cidade no centro da Tailândia

 Um dos chefes da máfia japonesa yakuza foi preso graças às fotos de suas tatuagens, que viralizaram na internet. Shigeharu Shirai, de 72 anos, foi encontrado pela polícia na quarta-feira em Lopburi, uma pequena cidade no centro da Tailândia, conhecida pelas centenas de macacos que passeiam por suas ruas. Ele era procurado havia treze anos.

“O suspeito admitiu ser o chefe da Yakuza Kodokai”, indicou nesta quinta-feira Wirachai Songmetta, porta-voz da polícia tailandesa. Esta facção faz parte de um dos grandes grupos da Yakuza, o Yamaguchi-gumi. As autoridades procuravam Shirai por, entre outros crimes, seu papel no assassinato de um rival em 2003. “O suspeito não confessou o assassinato, mas reconheceu que a vítima o ameaçava”, acrescentou o porta-voz da polícia.

Pouco depois do assassinato, Shigeharu Shirai desapareceu e se escondeu na Tailândia, onde se casou. O segredo de seu paradeiro parecia bem guardado até que um jornal local publicou a foto de um homem magro jogando damas na rua, com o corpo cheio de tatuagens e uma das mãos sem o dedo mindinho — membros da Yakuza são conhecidos por cortarem a ponta desse dedo para se redimirem por uma infração.

A imagem foi compartilhada mais de 10.000 vezes na internet e chamou a atenção da polícia japonesa, que pediu às autoridades tailandesas que o investigassem. Shigeharu Shirai, que não tinha passaporte ou visto, foi preso por ter entrado ilegalmente no país e será extraditado para o Japão.

De acordo com a polícia tailandesa, o gângster era discreto desde a sua chegada ao país e recebia dinheiro de um japonês que o visitava duas ou três vezes por ano. Como os mafiosos italianos ou a tríade chinesa, os yakuzas japoneses vivem principalmente de jogos de azar, drogas e prostituição, mas também participam de operações imobiliárias e extorsão de empresas.

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