aRede aRede aRede
aRede
La Niña perde força e agricultura terá inverno ‘normal’

Agronegócio

24 de junho de 2018 19:34

Fernando Rogala

  • Comentários
    0 compartilhados
  • Imprimir

Relacionadas

Capal celebra 58 anos com novos investimentos

Fundação ABC realiza Show Tecnológico em outubro

Produtores estimam safra recorde de soja na região

Municípios da região lideram na geração de riquezas na agricultura
Capal investe R$ 38 mi para aumentar capacidade de armazenagem
Efapi terá negócios, shows e prevê público superior a 180 mil pessoas
Preservar a natureza custa R$ 20 bi por ano aos produtores
/Foto: Divulgação AEN
PUBLICIDADE

Com o enfraquecimento, desde abril, do fenômeno La Niña - caracterizado pela temperatura abaixo da média nas águas do Oceano Pacífico Equatorial -, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o inverno, que começou na última quinta-feira (21), é de que prevalecerão no período condições de normalidade próprias da estação.

De acordo com relatório do instituto, há indicativo de possível fenômeno El Niño (aquecimento das águas do oceano) a partir, somente do fim da primavera e início do verão, o que ainda precisa ser confirmado nas próximas previsões. Outra observação do Inmet é de que fatores, como a temperatura na superfície do oceano Atlântico Tropical e na área oceânica próxima à costa do Uruguai e da Região Sul, poderão influenciar o regime de chuvas no Brasil.

Na região Sul, o prognóstico indica chuvas abaixo da média em grande parte da Região Sul, com exceção do extremo sul do Rio Grande do Sul, onde a tendência é de ocorrer precipitação ligeiramente acima do padrão. A maior frequência das frentes frias contribuirá para maiores variações nas temperaturas ao longo deste trimestre, porém as temperaturas médias devem permanecer de normal a acima da normal climatológica no Paraná, oeste de Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul.

Já na região Centro-Oeste, no inverno há alta probabilidade das chuvas ocorrerem de normal a ligeiramente abaixo do normal em grande parte da região, com temperaturas médias acima da normal climatológica, devido à permanência de massa de ar seco e quente, principalmente nos meses de agosto e setembro, favorecendo a ocorrência de queimadas e de incêndios florestais.


As informações são do MAPA

PUBLICIDADE
IVC Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização